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CNPJ não tem sentimento

Calma, antes de você me dizer que estou sendo dramático, quero que você entenda que as empresas não sobrevivem de vento e às vezes o que falam na teoria não é exatamente o que praticam na vida real. Hoje em dia, as empresas constantemente propagam a ideia de que prezam pela humanização das pessoas, e sim, isso parece ser verdade, mas apenas até quando a empresa está indo bem financeiramente. Quando ela começa a ter problemas, você é e sempre será a primeira opção de corte.

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Por mais que possa parecer duro, é importante compreender que uma empresa, enquanto pessoa jurídica, opera segundo princípios diferentes dos que guiam uma pessoa física. Enquanto nós, seres humanos, podemos sentir empatia, compaixão e preocupação com o próximo, um CNPJ não tem essa capacidade. Ele é simplesmente um instrumento legal que representa uma empresa, e sua única missão é maximizar os lucros e garantir a sobrevivência do negócio.

No mundo atual, onde a competitividade é acirrada e o mercado está sempre em transformação, as empresas precisam se adaptar rapidamente para se manterem relevantes. Nesse processo, muitas vezes os colaboradores acabam sendo tratados como peças descartáveis, pois quando a equipe precisa ser reduzida, são os empregados que perdem seus empregos, enquanto o CNPJ permanece intacto.

O discurso da humanização e valorização do capital humano nas empresas pode ser bastante convincente, e muitos colaboradores têm esperança de que suas empresas levem essas ideias a sério. Afinal, quem não gostaria de trabalhar em um ambiente onde se sente valorizado e respeitado? No entanto, é importante entender que, no fim das contas, o objetivo principal da empresa é gerar lucro, e isso muitas vezes significa cortar gastos e recursos humanos se necessário.

A relação entre colaborador e empresa é baseada em uma troca: o empregado oferece seu trabalho em troca de um salário e benefícios, enquanto a empresa espera obter um retorno financeiro desse investimento. Quando essa troca deixa de ser vantajosa para a empresa, seja por problemas financeiros ou necessidade de redução de custos, é inevitável que a empresa tome medidas para proteger sua sobrevivência.

Para ilustrar essa realidade, podemos citar casos de empresas renomadas que, diante de crises financeiras, demitiram em massa seus colaboradores. O caso da Kodak é bastante emblemático. Uma gigante no mercado de fotografia, a empresa começou a enfrentar dificuldades com a perda de espaço para o digital. Em 2012, após uma longa batalha, a Kodak optou pela suspensão de sua produção de câmeras digitais e anunciou a demissão de 17 mil funcionários como parte de seu plano de reestruturação. A empresa priorizou a sobrevivência do negócio em detrimento dos empregos e, consequentemente, do bem-estar de seus colaboradores.

É importante, portanto, que os colaboradores estejam cientes dessa realidade e saibam que, apesar das promessas de humanização das empresas, suas vidas profissionais e pessoais podem estar vulneráveis diante de dificuldades financeiras da empresa.

No entanto, nem tudo está perdido. Existem empresas que se destacam por adotar uma abordagem mais humana e respeitosa em relação aos seus colaboradores, mesmo em momentos de crise. Essas empresas procuram encontrar soluções alternativas, como a redução de jornada de trabalho, o uso de licenças não remuneradas ou a realocação de funcionários em outras áreas, para evitar demissões em massa.

Por outro lado, os próprios colaboradores também têm um papel fundamental a desempenhar na resiliência durante tempos de crise. Investir em sua qualificação profissional, networking e busca por novas oportunidades pode ser uma forma de se proteger contra possíveis demissões. Além disso, ter um plano B, como empreender ou investir em habilidades complementares, pode ajudar a minimizar os impactos de eventual desemprego.

É importante compreender que as empresas não são entidades com sentimentos. Elas operam segundo lógicas financeiras e seus objetivos principais são a sobrevivência e a geração de lucro. Apesar das promessas de humanização, quando a situação financeira se torna crítica, os colaboradores podem se tornar vítimas dessa realidade. É imprescindível estar ciente disso e buscar formas de se proteger e se preparar para os desafios que podem surgir ao longo da carreira.

Espero que tenha ajudado a entender um pouco mais sobre o mundo de Tech de verdade e sem romantização.

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Weder Costa

Menos qualificado, esperto e rico do que parece aqui. Um DevOps Engineer vivendo o dia a dia na area de Tecnologia, a vida como ela é! Top 100 influencer Tech I.A e Rede Neural Brasil 🏆 Preparando executivos e empresas para Tecnologia Inteligência Artificial 🚀 🤖 C.E.O e Fundador BookMaps, Formado em Marketing e experiência em TI como desenvolvedor há 15 anos, analista de sistemas, consultoria, arquiteto de soluções e gerente de projetos. Certificação em Black Belt e ênfase em Inteligência Artificial sendo reconhecido pelo Sebrae como precursor da tecnologia de Rede Neural no Brasil em 2014. Especialista nas linguagens (PHP,JAVA, Python, R e GO)

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